Num é que vez em quando
A gente sonhamos coisas boa pra daná?
que quando nóis vai acordando
Da vontade de num acordar?
Hoje sonhei quando nóis dois namorava
E emaranhados na cama, nóis dois sorria
Quando eu de olhos fechados lembrava
Disso tudo, que foi sonho, um dia
Esse pequeno sonho de tão bão
Foi tudo de real que um dia tive
Face mais clara de uma Ilusão
De um simplório diabo que não sabe porque vive
sábado, 25 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Todo o tempo
Sempre
Fica do meu lado
Sempre
Quando de minhas fugas, derrotado, volto
Sempre
Me envolve com seu perdão
Pra Sempre,
tenho essa impressão que será
pra sempre.
Fica do meu lado
Sempre
Quando de minhas fugas, derrotado, volto
Sempre
Me envolve com seu perdão
Pra Sempre,
tenho essa impressão que será
pra sempre.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Produzindo sonhos
Produzindo sonhos que amadurecem e se tornam ilusões.
INFELIZMENTE
.esse.
...sou eu.
INFELIZMENTE
.esse.
...sou eu.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
SENTENÇA
Resolvi confiar em ti cegamente
Como alternativa pra aliviar toda dor.
De só ter Você,
e apenas Você,
meu orgulho.
Resolvi colocar em Ti meus medos
Meus dilemas e questões
Fazer de meus dedos
Instrumentos Seus
e de tudo qu’eu faço
um motivozinho pra Te fazer feliz
ainda que não precise deles
nem pra um só sorriso dar.
Como alternativa pra aliviar toda dor.
De só ter Você,
e apenas Você,
meu orgulho.
Resolvi colocar em Ti meus medos
Meus dilemas e questões
Fazer de meus dedos
Instrumentos Seus
e de tudo qu’eu faço
um motivozinho pra Te fazer feliz
ainda que não precise deles
nem pra um só sorriso dar.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Corpo molhado
segunda-feira, 14 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Cantiga
A gente ficamos deitado nu chão
A manhã passo rapidó
O sol rodou o céu
Eu pensei meu Deus
Esses dias são vespertinos
Eu
Que até quase pouco
Andava só
Eu
Que até pouco tinha
De esperar companhia
Nós rolamo na grama sobre o lencol
Vimo a lua rasgar o monte
A estrela amarela
Das companheiras mais bela
Não largou de estar ali
Eu
De mim mesmo sou louco
De eu mesmo tem dó
Nós
Bem melhor vi a rima
que agora sei de cor
Eh. Menina feia. Vestida de preta.
Seu príncipe não chegou
Espera, que há de apontar na janela
Quem há de te dar amor
A manhã passo rapidó
O sol rodou o céu
Eu pensei meu Deus
Esses dias são vespertinos
Eu
Que até quase pouco
Andava só
Eu
Que até pouco tinha
De esperar companhia
Nós rolamo na grama sobre o lencol
Vimo a lua rasgar o monte
A estrela amarela
Das companheiras mais bela
Não largou de estar ali
Eu
De mim mesmo sou louco
De eu mesmo tem dó
Nós
Bem melhor vi a rima
que agora sei de cor
Eh. Menina feia. Vestida de preta.
Seu príncipe não chegou
Espera, que há de apontar na janela
Quem há de te dar amor
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Mais uma vez
Todos os dias me apaixono
Como doença crônica
Caminho iludido pela rua
E como se eu não soubesse que isso dura apenas um dia
Como doença crônica
Caminho iludido pela rua
E como se eu não soubesse que isso dura apenas um dia
quarta-feira, 26 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Uma mulher e uma bonequinha do exército
A vida passa e, numa dessas quebradas, vem um desses malditos artistas contemporênaos e seus aparelhos portáteis malditos de gravações malditas e toscas para interromper seu curso. Uma cidadã não pode nem exercer sua profissão sem ser ofendida por essa maldita videoarte?
quarta-feira, 12 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
O pobre profeta da desgraça
Acho que já cheguei longe demais
Pra um pobre e sujo menino catarrento, fiz façanhas
Cheguei longe mesmo, pois atravessei as montanhas sozinho
Passando fome e passando frio.
Dormindo emaranhado à solidão.
Mas foi tudo capengando.
Já disse e repito.
Minhas lágrimas mostram mais uma vez
Sozinho, não consigo
Eu repito mais uma vez
Sozinho, não consigo.
Já disse isso várias vezes olhando em vários olhos
E suplicando favorzinhos.
Minhas súplicas não valeram a preocupação dos outros
Pelo menos foi o que me mostraram.
Estão mais preocupados com seu lanchinho diurno e sua dor de dente.
Saio pra rua. Grito mais alto.
Hey! Sozinho, não consigo, preciso de ajuda.
Mas agora não sou tão humilde assim.
O opróbrio, também, já passou da conta, né!
A vida nem me recompensou pelas bondades que fiz.
Pelo contrário, a cada dia me dava mais socos na cara.
Pois bem, não me importo mais.
Que Deus derrame todo seu descaso sobre suas tribulações
E que chore todos os dias, depressivo e doente,
pequeno e tão insignificante diante de seus problemas.
Eu limpo meus pés e tiro a poeira do seu quintal
que impregnou em meus sapatos.
Espero que ela mate sua fome e cubra sua desgraça.
Pra um pobre e sujo menino catarrento, fiz façanhas
Cheguei longe mesmo, pois atravessei as montanhas sozinho
Passando fome e passando frio.
Dormindo emaranhado à solidão.
Mas foi tudo capengando.
Já disse e repito.
Minhas lágrimas mostram mais uma vez
Sozinho, não consigo
Eu repito mais uma vez
Sozinho, não consigo.
Já disse isso várias vezes olhando em vários olhos
E suplicando favorzinhos.
Minhas súplicas não valeram a preocupação dos outros
Pelo menos foi o que me mostraram.
Estão mais preocupados com seu lanchinho diurno e sua dor de dente.
Saio pra rua. Grito mais alto.
Hey! Sozinho, não consigo, preciso de ajuda.
Mas agora não sou tão humilde assim.
O opróbrio, também, já passou da conta, né!
A vida nem me recompensou pelas bondades que fiz.
Pelo contrário, a cada dia me dava mais socos na cara.
Pois bem, não me importo mais.
Que Deus derrame todo seu descaso sobre suas tribulações
E que chore todos os dias, depressivo e doente,
pequeno e tão insignificante diante de seus problemas.
Eu limpo meus pés e tiro a poeira do seu quintal
que impregnou em meus sapatos.
Espero que ela mate sua fome e cubra sua desgraça.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Como barata
Cheguei de frente ao portão. Senti um perfume diferente. Se misturava ao doce cheiro da Dama da Noite, vindo do quintal vizinho. Pé carregado de carambolas. Entrei silencioso como pisaduras de gato, ou rastros de rato traiçoeiro. Saí no cano da pia da área de serviço. Esquisito que me lembrei da misteriosa princesa Ana, que guarda seu jardim a sete chaves no seu umbigo, detrás do muro. Me lembrei da sã e pura criatura que espia as flores dela, as criando em pensamento. Divaguei, apenas com a cabeça do lado de fora. Ah se alguém desse descarga. Saí do ralo, já seco e só molhado de suor. Virei a tramela da porta, cheguei na copa, engoli seco, peguei ela lá: abusando de um homem barbudo. Ele jazia de quatro com o nariz tapado, fungando como touro, mas dominado pelo ferro no nariz. Meti o pé nitudo quanto fosse traseiros que estava ao meu alcance. Acabei com a bagunça. Onde se viu, fazer eu mesmo dono de minha casa entrar nela pelo cano? Como barata!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Cantos da alegria
Oh! Pequeno pássaro
Que inocente, pela campina, voava
Por querer somente sua sina cumprir
Se enforcou no laço inocente
De uma inocente menina
Ela, seus raios de sol
E seu próprio mal
Prendera seu canto
nas cercas de arame de seu quintal
Quisera Deus intervir em tamanho ato cruel
E acabar com crueza do coraçãozinho imbecil
Mas não.
O pequeno peito do pássaro
Se arrebentava nas pontas do arame de metal
Sangrava seu coração,
Não podia voar alto pois serrara-lhe
as metades das asas.
Muitas: uma vez mais
Fizera feliz a menina encantada
Enquanto pode viver
não.
Silenciou-se o Criador
Acompanhou quieto a morte
Tragar a vida da pobre criatura
Que de alegria a vida toda cantou.
Que inocente, pela campina, voava
Por querer somente sua sina cumprir
Se enforcou no laço inocente
De uma inocente menina
Ela, seus raios de sol
E seu próprio mal
Prendera seu canto
nas cercas de arame de seu quintal
Quisera Deus intervir em tamanho ato cruel
E acabar com crueza do coraçãozinho imbecil
Mas não.
O pequeno peito do pássaro
Se arrebentava nas pontas do arame de metal
Sangrava seu coração,
Não podia voar alto pois serrara-lhe
as metades das asas.
Muitas: uma vez mais
Fizera feliz a menina encantada
Enquanto pode viver
não.
Silenciou-se o Criador
Acompanhou quieto a morte
Tragar a vida da pobre criatura
Que de alegria a vida toda cantou.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Eu
EU abraço o MUNDO
com meus BRAÇOS
Vivo alargando limites
e me esgontando.
Alcanço novas alturas sem essas desculpas.
Me autodestruo.
Não me preocupo.
E pouco me importo com você.
A morte não é meu FIM mesmo.
E se disser que sou esgoísta
por querer ir embora.
Deixo pra sua própria acusação
seus prazeres e glutonarias
que nem um pouco te satisfazem
mas bebem do seu sangue.
com meus BRAÇOS
Vivo alargando limites
e me esgontando.
Alcanço novas alturas sem essas desculpas.
Me autodestruo.
Não me preocupo.
E pouco me importo com você.
A morte não é meu FIM mesmo.
E se disser que sou esgoísta
por querer ir embora.
Deixo pra sua própria acusação
seus prazeres e glutonarias
que nem um pouco te satisfazem
mas bebem do seu sangue.
terça-feira, 30 de março de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
Quase Meia-Noite
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Te vejo
Reflito sobre o que é realidade
O que é ilusão
O tempo passa, descubro que só
você é de verdade
Muito além de tudo que
sonhei em imaginar
Choro no seu colo
E ainda anda comigo
Me espera em dias cinzentos
Sorrindo, sorrindo no portão,
De vestido
Sei,
Só ainda não descobri,
O quanto gosto de você
O que é ilusão
O tempo passa, descubro que só
você é de verdade
Muito além de tudo que
sonhei em imaginar
Choro no seu colo
E ainda anda comigo
Me espera em dias cinzentos
Sorrindo, sorrindo no portão,
De vestido
Sei,
Só ainda não descobri,
O quanto gosto de você
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Deitado na Grama
Queria ficar calmo
Você apareceu
Queria te ver ao meu lado
Você retrocedeu
Outra vez quiz me acalmar
Mas nem precisou aparecer
Ja estava aqui dentro
Na dúvida se você me ama
passei a atarde deitado na grama
Dói, ter que te esperar
Se vale a pena
A resposta
Ja está aqui dentro
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
É mágico
Entendi tudo que você quis dizer
Esses pássaros azuis que avoam por aqui
E se bem que nem quis a janela fechar
Não tinha nem um quarto só meu
Sou andarilho, eterno
Para, pelo menos, tentar guarda-lo pra mim
Sei que foi sem querer
Por isso nem tentei
Agora, a solidão e a nostalgia sim
Essas, andarilhas, ficaram sem eu pedir
Entendi tudo que você quis dizer
Esses pássaros azuis que avoam por aqui
E se bem que nem quis a janela fechar
Não tinha nem um quarto só meu
Sou andarilho, eterno
Para, pelo menos, tentar guarda-lo pra mim
Sei que foi sem querer
Por isso nem tentei
Agora, a solidão e a nostalgia sim
Essas, andarilhas, ficaram sem eu pedir
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Seria inocente
S'eu desmarcasse tudo que marquei esta noite
Se eu dispensasse o luar
Se mais uma vez te contasse meus sonhos
Seria inocente
E se eu disser que sinto saudade
Se em meu planos te ter
E quisesse que amanhã tomássemos café
Seria inocente
Te guardo com direito, bem lá dentro
Te guardo do meu jeito, la no fundo do peito
E não há razões para não ser
Dias assim
Quando tudo entre nós parece desmoronar
E meu desejo é me refugiar no horizonte
Olho nossa foto
Te vejo tão perto, exalando seu doce respirar
A arrevoar seu espírito de doçura
Descubro
Que és quem Deus escolheu
Pra espalhar calor e sonhos
Tranquesas e brincadeiras
Arrevoantes, como seu jeito
Descubro
Que se você cair eu te seguro
Se chorar, enxugo suas lágrimas
Se ficar feliz...
Sorrio com você
E meu desejo é me refugiar no horizonte
Olho nossa foto
Te vejo tão perto, exalando seu doce respirar
A arrevoar seu espírito de doçura
Descubro
Que és quem Deus escolheu
Pra espalhar calor e sonhos
Tranquesas e brincadeiras
Arrevoantes, como seu jeito
Descubro
Que se você cair eu te seguro
Se chorar, enxugo suas lágrimas
Se ficar feliz...
Sorrio com você
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Sem alguém saber
Pela primeira vez,
Depois meses,
Vi, de seus olhos, escorrerem lágrimas.
Andou a noite inteira, de um lado para o outro
Sem dizer absolutamente nada, até as 3 da manhã.
Observei seu café esfriar sem muitas importâncias.
Me segurei para não me ajoelhar
Diante da tamanha angústia
Se meus olhos não manifestaram fraqueza
Apenas umas certeza ficou
Minha alma, sozinha e compadecida, chorou
Depois meses,
Vi, de seus olhos, escorrerem lágrimas.
Andou a noite inteira, de um lado para o outro
Sem dizer absolutamente nada, até as 3 da manhã.
Observei seu café esfriar sem muitas importâncias.
Me segurei para não me ajoelhar
Diante da tamanha angústia
Se meus olhos não manifestaram fraqueza
Apenas umas certeza ficou
Minha alma, sozinha e compadecida, chorou
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Instinto Incontente
Vivo fim da manhã de tênis apertado
Vive um pássaro, cantante, encarcerado
Vive Compondo um canto amargurado
Telhados e fachadas não pode mais sobrevoar
Faltou lhe os galhos que a vida resolveu podar
Sem essa possibilidade
De instinto incontente, se alvoroçou a alma
Engatilharam-se as asas
Arregaçou o peito
Num impulso, meio sem jeito
Arrebentou a gaiola
Resolveu voar
Vive um pássaro, cantante, encarcerado
Vive Compondo um canto amargurado
Telhados e fachadas não pode mais sobrevoar
Faltou lhe os galhos que a vida resolveu podar
Sem essa possibilidade
De instinto incontente, se alvoroçou a alma
Engatilharam-se as asas
Arregaçou o peito
Num impulso, meio sem jeito
Arrebentou a gaiola
Resolveu voar
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Adoro as mulheres gordinhas
Já tenho a minha,
porém com respeito quero falar
Da mulher gordinha,
seus encantos quero ressaltar
São lindas suas formas
e até o caminhar me desperta paixão
Suas curvas são como a mais linda rosa
que tem voltinhas no botão
Ela é cheirosa
Tem uma beleza sobrenatural
A maioria é fogosa
Tem cuidado e carinho sem igual
Uma verdade pura agora quero lembrar
Quem ainda não ficou gordinha, um dia vai ficar
Sendo assim desejo-a nessa medida
E pra sempre quero a querer
A gordinha foi e é minha preferida
e pra sempre há de ser
porém com respeito quero falar
Da mulher gordinha,
seus encantos quero ressaltar
São lindas suas formas
e até o caminhar me desperta paixão
Suas curvas são como a mais linda rosa
que tem voltinhas no botão
Ela é cheirosa
Tem uma beleza sobrenatural
A maioria é fogosa
Tem cuidado e carinho sem igual
Uma verdade pura agora quero lembrar
Quem ainda não ficou gordinha, um dia vai ficar
Sendo assim desejo-a nessa medida
E pra sempre quero a querer
A gordinha foi e é minha preferida
e pra sempre há de ser
Rimar sem
Teve um alguém
Que ninguém sabe quem
Me ensinou a não rimar o último verso da poesia
Mas, rimo o anti-penúltimo e vou além
E deixo o último com rima também
Amém
Que ninguém sabe quem
Me ensinou a não rimar o último verso da poesia
Mas, rimo o anti-penúltimo e vou além
E deixo o último com rima também
Amém
O prazer no fim de uma manhã
É meio dia e dez
Eu coloco o relógio pra despertar,
às seis e meia da manhã
Não sei o que tem na minha cabeça
Sinto uma mulher mal cheirosa
E coisas bonitas
Um belo vestido feio
Um Fiat 147
Não sou bom em muitas coisas, mas
em algumas, me disseram que sou excelente
Eu digo que é assim
Qualquer um pode morrer se estourar a cabeça enfiando-a debaixo de uma das seis rodas, grossas, pesadas e fedorentas de borracha preta de um desses ônibus azuis.
Redescobri o prazer de escrever.
Eu coloco o relógio pra despertar,
às seis e meia da manhã
Não sei o que tem na minha cabeça
Sinto uma mulher mal cheirosa
E coisas bonitas
Um belo vestido feio
Um Fiat 147
Não sou bom em muitas coisas, mas
em algumas, me disseram que sou excelente
Eu digo que é assim
Qualquer um pode morrer se estourar a cabeça enfiando-a debaixo de uma das seis rodas, grossas, pesadas e fedorentas de borracha preta de um desses ônibus azuis.
Redescobri o prazer de escrever.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Cabaré colorido
sábado, 28 de novembro de 2009
ReveR
Quem tivera um dia motivos pra sorrir por amor
Sonhaste o querer mais puro com furor
quando não sentia solidão na hora de deitar
E se alegrava por não ter quem rever.
Por ter deixado marcas na partida
Esse alguém, como todo alguém,
Provou a desolação do amor quebrado
A confusão de um amor amargo
Aprendeu a desolação
de mais amar demais e
ter que se reinventar por tudo isso.
Sonhaste o querer mais puro com furor
quando não sentia solidão na hora de deitar
E se alegrava por não ter quem rever.
Por ter deixado marcas na partida
Esse alguém, como todo alguém,
Provou a desolação do amor quebrado
A confusão de um amor amargo
Aprendeu a desolação
de mais amar demais e
ter que se reinventar por tudo isso.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Não me deixe almoçar só
Ele amava muito. Ela estava um pouco acima da média.
A vida não
Não tinham mais o sabor normal das coisas
O almoço foi uma merda
Mas o abandono
Naquela hora
Era perder o apetite e deixar de viver
A vida não
Não tinham mais o sabor normal das coisas
O almoço foi uma merda
Mas o abandono
Naquela hora
Era perder o apetite e deixar de viver
sábado, 21 de novembro de 2009
Hoje vai ter almoço
Meu quarto parece minh’alma
Ambos precisam de arrumação
Precisa se alimentar
Um espírito doente em corpo fraco
Vejo na sombra do portão
Babados coloridos que cobrem pernas calejadas
Alguém venceu a guerra
para vir ma dar a mão
Trouxe suas panelas de pedra nas sacolas
Decidiu doar delas, a dedicação
Hoje vai ter almoço
Ambos precisam de arrumação
Precisa se alimentar
Um espírito doente em corpo fraco
Vejo na sombra do portão
Babados coloridos que cobrem pernas calejadas
Alguém venceu a guerra
para vir ma dar a mão
Trouxe suas panelas de pedra nas sacolas
Decidiu doar delas, a dedicação
Hoje vai ter almoço
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Pra Você Entender
Sofri demais
e quando pensava não ser capaz
de conseguir, outra vez, viver;
amei.
Encontrei em seus olhos que fizeram parecer nada
todos os outros que olhei,
a alegria de uma nova chance,
Uma nova vida que acaba neste instante
de começar agora!
Isso é real. Eu vi.
É o que sempre sonhei.
Se for preciso, repito mil vezes pra você entender.
Eu amo você.
e quando pensava não ser capaz
de conseguir, outra vez, viver;
amei.
Encontrei em seus olhos que fizeram parecer nada
todos os outros que olhei,
a alegria de uma nova chance,
Uma nova vida que acaba neste instante
de começar agora!
Isso é real. Eu vi.
É o que sempre sonhei.
Se for preciso, repito mil vezes pra você entender.
Eu amo você.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Estou cada vez mais louco
terça-feira, 27 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Esquisofrenia da debilitação
Chorava quando as idéias vinham em sua cabeça. Um turbilhão de possibilidades Criativas sufocavam manhãs quentes que eram pra ser calmas..
quebrou
a cara
e sorriu
Aos poucos construiu universo
onde ele mesmo era seu amigo
e na maioria das vezes, seu inimigo
Seu amor. Seu Gênio e sua consolação
Auto-suficiente

correu.
Delirou!
se tornou artista contemporâneo!
quebrou
a cara
e sorriu
Aos poucos construiu universo
onde ele mesmo era seu amigo
e na maioria das vezes, seu inimigo
Seu amor. Seu Gênio e sua consolação
Auto-suficiente

correu.
Delirou!
se tornou artista contemporâneo!
terça-feira, 13 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
DeVolta

Madrugada, acordei três vezes
Mente agitada a implorar por paz
Afrontei pensamento maldito que há muito me doía
Caminhei rumo a paz que minh'alma pedia
Num jardim sereno caminhei
A esperar a colheira do que um dia plantei
Algo diferente me trouxe inquietação
Árvores secavam mesmo sendo primavera
Alguém que eu espera segurou minha mão
E com lágrimas no olhos percebi o que era
A luz da aurora ceifou os frutos de condenação
E apagadas foram, do passado, as sementes de maldição
Não lembro mais de qual dor foi embora
Embora sim, de um flagelo que me fez aprender
Amanhã este estará melhor que agora
Pois hora sim é, de respirar ar puro e viver
Alívio
Feridas saradas
Paz que excedeu todo meu entendimento
Sorri
Chorei
Doce foi a sua chegada.
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